O TROCO...
Estamos acompanhando, com as mais diversas reações, os resultados do que os veículos de comunicação mundial resolveram chamar de crise global.
Em um planeta com 6 bilhões de habitantes, certamente outros nomes para o mesmo fenômeno já foram sugeridos: irresponsabilidade, estelionato, pilantragem, entre outros...
Os mais estudiosos, que leram o “manifesto Comunista”, de Karl Marx e Friedrich Angels, também não engoliram essa tal de “crise”, afinal, o conceito que alimenta o sistema capitalista é autofágico e isso já havia sido revelado por Marx e Angels.
De qualquer modo, o que mais nos preocupa não é a crise mundial, que já está batendo baixinho em nossas portas... Nem a certeza de que em breve essas leves batidas serão substituídas por movimentos mais violentos que não só destruirão o que conquistamos com dedicação, mas serão portadores de novas soluções, que deverão ser pagas por nós.
O que me preocupa é a inércia que todos nós teimamos em assumir como postura inquestionável.
Um dia, o poeta Eduardo Alves da Costa, sem medo de errar, afirmou que:
“Na primeira noite eles se aproximam
e roubam uma flor do nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem;
pisam as flores, matam nosso cão,
e não dizemos nada.
Até que um dia,
o mais frágil deles entra sozinho em nossa casa,
rouba-nos a luz, e,
conhecendo nosso medo, arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada.”
E essa é a pura verdade.
Quando será a hora de assumirmos integralmente as rédeas da nossa vida?
Quando sairemos da nossa zona de conforto – e de conformação – para cobrarmos e punirmos os gatunos/dirigentes de nossa cidade, estado e país, que foram eleitos sim por nós, mas para governar e não para montar esquemas de enriquecimento e corrupção, que atingem, sempre, as nossas vidas.
Quando agiremos em favor de nós mesmos, e contra os pilantras que lotam os nossos Tribunais de Justiça, em todos os níveis, que defendem sempre o interesse do Poder Público – além, obviamente, dos seus interesses pessoais?
Minha proposta, nada original, é que tomemos uma decisão.
Já não é possível conviver com a taxa tributária que encarece os produtos que nós e nossa família precisamos consumir.
Já não é possível aceitar que os governos municipais, estaduais e federais não ajam com a mesma honestidade que nos obrigam a agir, afinal, “sonegar é crime”.
Já não é mais aceitável ter esses homens e mulheres dirigindo nossa cidade, estado ou país sem resolverem problemas elementares e históricos, como o do transporte, da saúde, do emprego.
Permanecerem dando despesas ao povo – que somos nós e nossos filhos – sem conseguirem prever, evitar ou atenuar crises, confirmando a sua incompetência e o compromisso que têm com a mentira e o crime, em nível global.
Se os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário não legislam nem executam nem julgam com eficácia, que seus integrantes sejam substituídos por quem tem mais competência e compromisso com a cidade, o estado e o país.
Está na hora de darmos o troco.
Estamos acompanhando, com as mais diversas reações, os resultados do que os veículos de comunicação mundial resolveram chamar de crise global.
Em um planeta com 6 bilhões de habitantes, certamente outros nomes para o mesmo fenômeno já foram sugeridos: irresponsabilidade, estelionato, pilantragem, entre outros...
Os mais estudiosos, que leram o “manifesto Comunista”, de Karl Marx e Friedrich Angels, também não engoliram essa tal de “crise”, afinal, o conceito que alimenta o sistema capitalista é autofágico e isso já havia sido revelado por Marx e Angels.
De qualquer modo, o que mais nos preocupa não é a crise mundial, que já está batendo baixinho em nossas portas... Nem a certeza de que em breve essas leves batidas serão substituídas por movimentos mais violentos que não só destruirão o que conquistamos com dedicação, mas serão portadores de novas soluções, que deverão ser pagas por nós.
O que me preocupa é a inércia que todos nós teimamos em assumir como postura inquestionável.
Um dia, o poeta Eduardo Alves da Costa, sem medo de errar, afirmou que:
“Na primeira noite eles se aproximam
e roubam uma flor do nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem;
pisam as flores, matam nosso cão,
e não dizemos nada.
Até que um dia,
o mais frágil deles entra sozinho em nossa casa,
rouba-nos a luz, e,
conhecendo nosso medo, arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada.”
E essa é a pura verdade.
Quando será a hora de assumirmos integralmente as rédeas da nossa vida?
Quando sairemos da nossa zona de conforto – e de conformação – para cobrarmos e punirmos os gatunos/dirigentes de nossa cidade, estado e país, que foram eleitos sim por nós, mas para governar e não para montar esquemas de enriquecimento e corrupção, que atingem, sempre, as nossas vidas.
Quando agiremos em favor de nós mesmos, e contra os pilantras que lotam os nossos Tribunais de Justiça, em todos os níveis, que defendem sempre o interesse do Poder Público – além, obviamente, dos seus interesses pessoais?
Minha proposta, nada original, é que tomemos uma decisão.
Já não é possível conviver com a taxa tributária que encarece os produtos que nós e nossa família precisamos consumir.
Já não é possível aceitar que os governos municipais, estaduais e federais não ajam com a mesma honestidade que nos obrigam a agir, afinal, “sonegar é crime”.
Já não é mais aceitável ter esses homens e mulheres dirigindo nossa cidade, estado ou país sem resolverem problemas elementares e históricos, como o do transporte, da saúde, do emprego.
Permanecerem dando despesas ao povo – que somos nós e nossos filhos – sem conseguirem prever, evitar ou atenuar crises, confirmando a sua incompetência e o compromisso que têm com a mentira e o crime, em nível global.
Se os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário não legislam nem executam nem julgam com eficácia, que seus integrantes sejam substituídos por quem tem mais competência e compromisso com a cidade, o estado e o país.
Está na hora de darmos o troco.
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